quinta-feira, 14 de maio de 2009

atrás da porta

Quando olhaste bem nos olhos meus E o teu olhar era de adeus, juro que não acreditei Eu te estranhei, me debrucei Sobre o teu corpo e duvidei E me arrastei, e te arranhei E me agarrei nos teus cabelos No teu peito, teu pijama Nos teus pés, ao pé da cama Sem carinho, sem coberta No tapete atrás da porta Reclamei baixinho Dei pra maldizer o nosso lar Pra sujar teu nome, te humilhar E me vingar a qualquer preço Te adorando pelo avesso Prá mostrar que inda sou tua Até provar que inda sou tua

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